
O senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) foi reeleito presidente do Senado neste sábado (1º), com 73 votos favoráveis, durante uma eleição marcada pela retirada das candidaturas dos senadores Marcos do Val (Podemos-ES) e Soraya Thronicke (Podemos-MS). A disputa contou também com os senadores Marcos Pontes (PL-SP) e Eduardo Girão (Novo-CE). Alcolumbre assumirá o cargo pelos próximos dois anos e reforçou seu compromisso com o diálogo e a construção coletiva para superar as divisões do país.
A reunião preparatória, que começou por volta das 10h, viu a retirada das candidaturas de Marcos do Val e Soraya Thronicke antes da votação. Em sua fala, Alcolumbre destacou a importância da união no Senado, afirmando ser “um defensor intransigente do diálogo” e destacando que, para ele, “governar é ouvir e liderar é servir”. O senador reiterou o compromisso com a população brasileira e com as esperanças de cada cidadão.
Marcos Pontes, durante seu discurso, enfatizou a necessidade urgente de mudanças, apontando que o país “clama por mudanças” e que a população está aflita. Para ele, o Senado precisa escolher entre a estagnação e a luta por um futuro melhor, com a promessa de restaurar a credibilidade da Casa.
Já Eduardo Girão, em tom crítico, acusou a atual gestão do Senado de permitir a perda do equilíbrio entre os poderes e de não combater a censura no Brasil. Ele defendeu uma retomada da imagem da Casa, afirmando que o Senado não cumpriu seu papel constitucional.
Com a vitória de Alcolumbre, o Senado inicia um novo ciclo com o desafio de promover a unidade e o diálogo entre as diversas correntes políticas.
