
O número de diagnósticos de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) vem crescendo de forma expressiva ao redor do mundo. Nos Estados Unidos, o CDC revela que 1 em cada 36 crianças recebe o diagnóstico, um aumento considerável em relação aos 1 em 150 casos no ano 2000. Em Nova York, um estudo registrou um crescimento de 500% nos diagnósticos, sublinhando a relevância do tema em escala global.
Componentes genéticos e mudanças nos critérios
O TEA é amplamente influenciado por fatores genéticos, embora suas causas ainda não sejam totalmente compreendidas. Com a revisão dos critérios diagnósticos no DSM-5 em 2013, houve uma unificação de subtipos, como a síndrome de Asperger, sob uma única classificação de autismo. Essa mudança facilitou o reconhecimento de mais casos, ampliando a visão sobre o espectro.
Diagnósticos precoces e abrangentes
O autismo, antes majoritariamente identificado em meninos, agora é diagnosticado com mais frequência em adultos e mulheres. Mudanças na formação médica e maior conscientização ajudaram a superar o subdiagnóstico em meninas, permitindo uma identificação mais abrangente do TEA ao longo da vida.