
Cinco suspeitos foram alvo de mandados de busca e apreensão na Operação Groff, deflagrada nesta terça-feira (11/07). Dois deles já estavam presos e continuavam a comandar o esquema de dentro da penitenciária.
A Polícia Federal no Amapá realizou na manhã desta terça-feira (11/07) a Operação Groff, que teve como objetivo desarticular uma associação criminosa voltada ao tráfico de drogas em Macapá. Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão nos bairros Novo Buritizal, Araxá, Congós, Universidade e Santa Rita.
Segundo a PF, a investigação verificou que os suspeitos utilizavam a chave pix com informações de suas companheiras para receber o pagamento das drogas, tentando assim evitar o rastreamento das autoridades e a identificação dos compradores. Ainda não se sabe se as mulheres tinham participação no esquema.
A PF informou que dois dos investigados já estavam presos e mesmo assim continuavam a coordenar o tráfico de dentro da penitenciária. Um deles está em liberdade provisória, mas há fortes indícios de que mantém a prática delitiva. Ele já responde por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. O outro foi alvo da Operação Bart, realizada em outubro do ano passado, que também visava reprimir o tráfico de drogas.
A operação estimou que fossem feitas entre 20 e 30 entregas de drogas por dia nos bairros de Macapá, seguindo as ordens dos chefes da quadrilha.
Os suspeitos poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, podendo pegar até 30 anos de prisão mais multa.
Com informações da Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá