O deputado estadual Jory Oeiras (Republicanos) protocolou, na Assembleia Legislativa do Amapá (ALAP), um requerimento solicitando a realização de uma audiência pública para discutir o uso irracional e o descarte incorreto de canetas emagrecedoras. A proposta prevê o debate no dia 8 de maio de 2026, no plenário da Casa, e tramita em regime de urgência.
A preocupação com os impactos à saúde pública e ao meio ambiente motivou o deputado estadual Jory Oeiras a apresentar o Requerimento nº 1072/2026-AL, que pede a realização de uma audiência pública sobre o uso indiscriminado e o descarte inadequado de canetas emagrecedoras no Amapá.
O documento, protocolado em 22 de abril de 2026, destaca a necessidade de ampliar o debate com especialistas, autoridades e a sociedade sobre os riscos associados a esses medicamentos, que têm ganhado popularidade nos últimos anos.
De acordo com o parlamentar, a iniciativa busca alertar a população e promover responsabilidade no uso dessas substâncias.
“Estamos diante de uma questão que envolve diretamente a saúde das pessoas e também o meio ambiente. Precisamos discutir com seriedade o uso dessas canetas e orientar a população sobre os riscos do uso sem acompanhamento médico”, afirmou Jory Oeiras.
Além disso, o deputado reforçou que o descarte incorreto desses materiais pode gerar danos ambientais significativos, exigindo atenção das autoridades e conscientização da população.
“Não é apenas uma questão individual. O descarte irregular pode contaminar o meio ambiente e afetar toda a coletividade. Por isso, essa audiência pública é fundamental para construirmos soluções responsáveis”, destacou.
O requerimento também solicita que a proposta seja votada em regime de urgência, evidenciando a relevância e a atualidade do tema. A audiência pública está prevista para ocorrer às 9h, no plenário da Assembleia Legislativa do Amapá, reunindo especialistas da área da saúde, órgãos ambientais e representantes da sociedade civil.
A expectativa é que o encontro contribua para a formulação de políticas públicas, campanhas educativas e medidas de fiscalização mais eficazes no estado.